Chat Gospel Aliança
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
JEOVÁ-JIRE, O Senhor que provê
O nome Jeová tem sua origem
no verbo “ser” e inclui os três tempos deste verbo, passado, presente e futuro,
significa “Serei o que Serei” o “eu
Sou” significa “Deus Absoluto”, “Deus Eterno Imutável”; “Deus que subsiste por Si mesmo”,
independente de tudo. Ele que era, que é e que há de ser. Também significa: Eu
me manifestei, me manifesto e ainda me manifestarei.
O uso de diversos nomes
complementares a JEOVÁ são encontrados nos originais Bíblicos, pois o nome do
Senhor era mencionado biblicamente de acordo com o que representava no momento
do acontecimento.
Por conta da nossa falta de
percepção e distração, quero centralizar a matéria de hoje no imenso amor do
Deus da provisão JEOVÁ-JIRE – O Senhor que provê:
Nisso
levantou Abraão os olhos e olhou, e eis atrás de si um carneiro embaraçado
pelos chifres no mato; e foi Abraão, tomou o carneiro e o ofereceu em
holocausto em lugar de seu filho. Pelo que chamou Abraão àquele lugar Jeová
Jiré; donde se diz até o dia de hoje: No monte do Senhor se proverá.(Gn.22.13,14).
Dentre os muitos relatos
bíblicos do Deus da provisão, destaco o da roupa de Adão e Eva: E o
Senhor Deus fez túnicas de peles para Adão e sua mulher, e os vestiu. (Gn.
3.21); provisão do cordeiro para o sacrifício de Abraão, (Gn. 22.13).
Podemos ver o cuidado e
carinho divino com seu povo, suprindo inclusive a falta do protetor solar,
cobertores e agasalhos, quando, para livrar do calor e frio, Deus protege
contra os raios solares das baixas temperaturas da noite: Não desaparecia de diante do povo a coluna
de nuvem de dia, nem a coluna de fogo de noite. (Ex. 13.22)
E
o dirão aos habitantes desta terra. Eles ouviram que tu, ó Senhor, estás no
meio deste povo; pois tu, ó Senhor, és visto face a face, e a tua nuvem
permanece sobre eles, e tu vais adiante deles numa coluna de nuvem de dia, e
numa coluna de fogo de noite. (Nm
14.14)
Todavia
tu, pela multidão das tuas misericórdias, não os abandonaste no deserto. A
coluna de nuvem não se apartou deles de dia, para os guiar pelo caminho, nem a
coluna de fogo de noite, para lhes alumiar o caminho por onde haviam de ir.(Neemias 9.19)
Deus proveu alimentação,
água e toda sorte de necessidades dos israelitas por 40 anos, sem o que eles
não sobreviveriam.
Mas a provisão mais
importante, a maior prova de amor somente Ele poderia fazer, aquela que nos dá
a opção à vida eterna, Porque Deus
amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele
que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3.16)
Daí eu te pergunto, quem cuida desde as pequenas coisas até o
sacrifício de seu próprio filho, não supriria as nossas necessidades?
Se a própria Palavra de
Deus nos diz que Ele não faz acepção de pessoas: Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas. (Rm.22.11)
Isso só vem demonstrar que
não precisamos ficar ansiosos por coisa alguma, pois se Ele provê até a falta
de protetor solar até a vida na eternidade, não proveria a sua e a minha
necessidade, Não estejais inquietos
por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de
Deus pela oração e súplica, com ação de graças. (Fp.4.6)
E
Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê:MC. 9.23
ZAQUEU – O QUE PROCURAVA
Jesus Cristo veio a
Jericó onde Zaqueu, rico cobrador de impostos, vivia. Mas a riqueza dele não
lhe trouxe respeito. Naquela época, os que trabalhavam em posições oficiais
contratados pelos romanos e tiravam vantagem de seus concidadãos estavam entre
as pessoas mais desprezadas pelo povo. Portanto, Zaqueu não conseguia ser feliz
de verdade, apesar de ser rico. O que o incomodava de verdade não era a
rejeição, mas o fardo que carregava: sua culpa diante de Deus.
Agora o Senhor Jesus
estava na cidade. Zaqueu ouviu falar dEle; todos comentavam sobre Seus
milagres. Mas nem isso o interessava em particular; ele simplesmente tinha de
saber quem era o Senhor Jesus. O Senhor pregava o perdão dos pecados e não
evitava os coletores de impostos e pecadores.
Será que era
realmente o Redentor, o Filho de Deus, prometido no Antigo Testamento? Será que
era a esperança para gente como Zaqueu? Será que sua vida arruinada podia ser
colocada em ordem?
Essas eram questões
nas quais ele precisava de certeza. Mas não foi tão fácil: havia uma grande
multidão cercando o Senhor, e, além disso, Zaqueu era muito baixo. Então correu
e subiu em uma árvore. Isso lhe daria uma visão melhor do Senhor Jesus e o
possibilitaria ouvir Suas palavras. A folhagem da árvore o escondia e, assim,
não chamaria a atenção de ninguém.
Esse era Zaqueu, um
homem que procurava paz e perdão. Será que tinha algum plano para encontrá-los?
O Senhor Jesus poderia ajudá-lo? O Senhor daria atenção aos odiados pelo povo?
“E quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para
cima, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar
em tua casa” (Lc. 19.5)
Quando alguém começa
sinceramente a procurar o Senhor Jesus e o perdão dos pecados, fica claro que
ele mesmo a muito tem sido o procurado pelo Senhor Jesus. Zaqueu estava à
procura do Senhor Jesus. E o Salvador o procurou, e o achou em seu esconderijo.
Nunca tinham se encontrado antes, no entanto, o Salvador o conhecia pelo nome.
O Senhor Jesus sabia
onde Zaqueu estava, e que tipo de homem era. Mas agora Zaqueu descobriria quem
Jesus era: o Senhor, que sabia seu nome e, desconsiderando a opinião pública,
desejava estar na casa desse publicano.
O Senhor Jesus falou
para Zaqueu descer depressa. O Senhor Jesus certamente era o Redentor tão
esperado por Israel, o Messias capaz de mudar definitivamente sua vida! Zaqueu
O recebeu de braços abertos em sua casa e em sua vida.
A multidão de
hipócritas começou a murmurar disso, mas o Senhor veio expressamente para
salvar o perdido, como declarou ao próprio Zaqueu: “Hoje veio a salvação a esta casa… Porque o Filho do homem veio buscar
e salvar o que se havia perdido” (vv. 9-10).
Se Zaqueu não se
considerasse um perdido, se não respondesse à ordem urgente de descer depressa,
teria jogado fora uma chance eterna, pois o Senhor nunca mais voltou a Jericó.
Ansiedade é realmente pecado?
“Stress” não é uma
palavra bíblica. “Preocupação” e “ansiedade” são. E são pecados.
Nós realmente podemos dizer que algo como
ansiedade é pecado? O que faz disso um pecado? Será que não é só uma fraqueza
que devemos superar? Ou, talvez, não deveríamos enxergar como uma doença
mental?
Há algumas abordagens
diferentes que podemos seguir para responder esses questionamentos. Vamos
começar buscando os mandamentos de Jesus.
É
um mandamento
O mandamento “não
andeis ansiosos” é repetido várias vezes por Jesus em Mateus 6 (versos 25, 27,
31, 34) e é visto outra vez em Mateus 10.19.
Por mais que esses
comandos lidem com situações específicas, a realidade subjacente do contexto é
que se Jesus ordena que as pessoas “não andem ansiosas”, nós sabemos que (1)
ansiedade não é só um desequilíbrio químico ou uma desordem mental, e (2) há
pelo menos algumas formas em que a ansiedade é pecado, simplesmente porque
Jesus a proibiu.
A teologia de Jesus sobre ansiedade e confiança
Quando Jesus comanda
que as pessoas não andem ansiosas em Mateus 6 e 10, ele está ordenando-as a não
ficarem ansiosas por coisas específicas: comida, roupas, expectativa de vida, o
que acontecerá no futuro e defesa própria quando sofrer pelo evangelho. Eu
penso que é seguro dizer que essas são algumas das nossas necessidades mais
básicas. Ao argumentar desde as mais coisas básicas e elementares, ele está
afirmando que não devemos nos preocupar no sentido mais amplo.
Em outras palavras,
se você não deve se preocupar com as coisas mais elementares necessárias para
viver, então pelo que você deveria se preocupar? Por nada.
Jesus ensina em uma
metáfora nessa passagem, dizendo que somos escravos de um senhor: ou as
“coisas” mundanas ou Deus. Ele diz que devemos seguir Deus, pois sendo
um justo mestre, nos proverá tudo que necessitamos, ao servi-lo. Por outro
lado, se servimos a nós mesmos e trabalhamos para assegurar nossa própria
provisão, não podemos nos garantir nada: “Qual
de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua
vida?”
Na raiz do problema
está a questão da confiança. Se você diz que é um servo de Deus e anda ansioso,
você está agindo como se ele fosse um senhor muito perverso. Que tipo de senhor
lidera seus servos mas não provê o que eles necessitam? Se mesmo os senhores
humanos provêm para seus servos, pensar o contrário de Deus é não ter nenhuma
confiança nele!
Confiar em si mesmo é
o que produz ansiedade. E é em vão: “Portanto,
não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados;
basta ao dia o seu próprio mal” (Mateus 6.34). Confiar em Deus, por outro
lado, te liberta da ansiedade e te capacita a obedecer o mandamento de não
andar ansioso.
Os
apóstolos concordam
É por causa de tudo
isso que o apóstolo Paulo escreve em Filipenses 4 aos crentes de Filipos: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em
tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração
e pela súplica, com ações de graças” (Filipenses 4.6). Há um lugar certo
para se colocar sua confiança. E isso é o que está em jogo quando lutamos
contra a ansiedade.
Pedro
argumenta de forma similar:
“Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em
tempo oportuno, vos exalte, lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque
ele tem cuidado de vós.” (1 Pedro 5.6-7)
Pedro, após lembrar
seus leitores de que Deus se opõe aos soberbos, mas concede graça aos humildes
(1 Pedro 5.5), agora diz o que é ser humilde. Humildade é lançar
todas a ansiedade de meus ombros sobre Deus.
Não lançar sobre ele
minhas preocupações é orgulho. Me apegar a minhas ansiedades é almejar a
supremacia que só pertence a Deus.
Quando estou ansioso,
estou tentando tomar o trabalho que é de Deus. Eu penso que, ou ele não se
importa o suficiente comigo, ou ele não tem o controle da situação. Quando
estou ansioso, quando me recuso a lançar minhas preocupações sobre ele, estou
dizendo que sei lidar melhor com a situação do que Deus saberia.
Isso é o oposto da
humildade. É
o oposto da confiança. Por isso é pecado. E isso traz consequências (em um
sentido similar a Romanos 1, desprezando o conhecimento de Deus, e por isso
podem haver manifestações físicas e comportamentais que o mundo descreve em
termos estritamente naturais, atribuir a causas estritamente naturais e então
oferece abordagens estritamente naturais para a cura).
Há algum tipo
certo de ansiedade?
Então toda ansiedade é sempre pecado?
Eu penso que não, em um certo sentido. Paulo fala da preocupação que ele tem
pelas igrejas (2 Coríntios 11.28) e em outras passagens ele fala das ansiedades
que uma pessoa casada sempre sente em relação a agradar seu cônjuge (1
Coríntios 7.33-34). E ele faz um contraste disso com a ansiedade que se deveria
sentir idealmente em agradar ao Senhor (1 Coríntios 7.32).
Então uma certa forma de ansiedade não
é pecado. Mas a ansiedade que é livre de pecado não o é por alguma desculpa
mental ou física, mas sim porque a natureza dessa ansiedade é diferente. É mais
uma espécie de zelo ou anseio do que preocupação. É a expressão do quão
preocupado alguém está com sua necessidade de andar segundo os princípios de
Deus em sua vida.
Quão distante isso está da ansiedade que eu sinto
normalmente!
Cumprindo o chamado de Deus
“Naquele dia, diz o SENHOR dos Exércitos, tomar-te-ei,
ó Zorobabel, servo meu, filho de Sealtiel, diz o SENHOR, e far-te-ei como um
anel de selar; porque te escolhi, diz o SENHOR dos Exércitos.” Ageu 2 :23
Nesta passagem
descrita no livro de Ageu, Deus fala com Zorobabel, então governador de Judá,
que faria dele um anel de selar, um anel selo é um anel que contém a insignia,
ou o simbolo do rei, usado para selar cartas ou leis, mostrando qual era
a vontade do Rei, portanto, Deus fala para Zorobabel, que iria usá – lo para
fazer cumprir a vontade de Deus.
Em nossa caminhada como cristãos,
enfrentamos muitas dificuldades, e muitas duvidas aparecem, como por exemplo:
Qual é a vontade de Deus pra minha vida?, Será que estou fazendo a vontade de
Deus?, Como faço pra ganhar a minha familia pra Jesus? Será que sou/estou
apto pra fazer a vontade de Deus?
A resposta para essas
questões é, Deus quer que você faça a obra dEle, e Ele nos capacita para isso!
Vocês já perceberam
que para falar de Jesus, nós colocamos muitos empecilhos; ‘não sei falar bem’, ‘não conheço
suficiente a bíblia’, ‘sou novo na fé’, enfim, inventamos N
desculpas, mas quando nos perguntam sobre um médico, indicamos um rapidamente,
quando nos perguntam sobre um mercado para fazer compras, nós indicamos, mas
para falarmos de Jesus, é uma dificuldade tremenda!
Vou mostrar a partir
de passagens bíblicas, que Deus só quer que nós estejamos dispostos para que
Ele nos use.
Exôdo 4: 10,11,12 “Então disse Moisés ao SENHOR: Ah, meu
Senhor! eu não sou homem eloquente, nem de ontem nem de anteontem, nem ainda
desde que tens falado ao teu servo; porque sou pesado de boca e pesado de
língua. E disse-lhe o SENHOR: Quem fez a boca do homem? ou quem fez o mudo, ou
o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o SENHOR? Vai, pois, agora, e eu
serei com a tua boca e te ensinarei o que hás de falar.”
Deus chama e
comissiona Moisés a libertar o povo da escravidão no Egito, mas a primeira
coisa que Moisés faz, é colocar um empecilho, olhando para sua condição e
limitação, mas Deus responde a Moisés, que Deus deu a boca ao homem, portanto
se Deus havia enviado Moisés Ele iria capacitá-lo para cumprir o objetivo de Deus,
em 1 Samuel 3:4 diz: “O Senhor
chamou Samuel, e disse ele: Eis-me aqui.” Quando Deus chama Samuel,
ele ainda é uma criança, que não entendia muito das coisas do Senhor, mas ainda
assim ele obedece ao chamado, e Deus o capacita para ser Juiz e profeta, em
Juizes 6:15,16 ” E ele lhe disse:
Ai, Senhor meu, com que livrarei a Israel? Eis que a minha família é a mais
pobre em Manassés, e eu o menor na casa de meu pai. E o SENHOR lhe disse:
Porquanto eu hei de ser contigo, tu ferirás aos midianitas como se fossem um só
homem.”
Gideão, o Juiz que
derrotou os Midianitas, quando chamado por Deus, olhou primeiro para sua
condição financeira, mas Deus diz a Gideão que mesmo sendo de uma família sem
condição financeira, ele feriria os Midianitas como um só Homem, e foi o que
Gideão fez.
1 Samuel 17:33 “Porém Saul disse a Davi: Contra este
filisteu não poderás ir para pelejar com ele; pois tu ainda és moço, e ele
homem de guerra desde a sua mocidade.” Antes de Davi enfrentar o Gigante
Golias, Davi foi levada a presença do então rei Saul, quando Saul viu
Davi, ele tentou convencê-lo, de não fazer enfrentar o filisteu, mas Davi
não olhando para sua idade, nem para o tamanho do filisteu, mas sim para o
tamanho do Deus de Israel, que lhe deu a vitória contra o filisteu, e depois o
fez rei em lugar de Saul.
Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para
confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para
confundir as fortes;1 Coríntios 1:27
Tiago 1:22 – 25 “e sede cumpridores da palavra, não somente
ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. Porque, se alguém é ouvinte da
palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho seu
rosto natural; porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de
como era. Aquele, que porém, que atenta bem para a lei perfeita da
liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da
obra, este tal será bem-aventurado no seu feito.”
Tiago 2:17 “Assim
também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma”
Portanto, Deus nos
chama, nos comissiona, nos capacita a sermos cumpridores da Palavra de Deus,
fazendo sua obra, não olhando para nossas limitações, nossas falhas, mas sim
olhando para aquele que nos arregimentou, para que sejamos cumpridores da obra
e da vontade de Deus, só assim daremos verdadeiro testemunho de Cristo, e
ganharemos nossos familiares para Jesus, afinal: “Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele
de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se
não forem enviados? como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o
evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas.” Romanos 10:
14,15.
Jesus tira o blecaute da nossa vida
Porque
tu, SENHOR, és a minha lâmpada; e o SENHOR ilumina as minhas trevas. (2Sm.22.29)
Jesus esta para nossa vida da mesma forma que o sol
está para o nevoeiro.
Quando o sol aparece, ele dissipa todo o nevoeiro
transformando o dia embaçado e cinza, por vezes até frio, em um dia claro,
nítido e lindo.
Quando Jesus entra vai tirando as raposas e raposinhas
que nos impedem de ter uma vida digna de um cristão, pois ele dissipa toda
névoa e, trás à luz tudo o que nos impedem de ser abençoados por Deus.
Apanhai-nos
as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas
estão em flor. (Canticos 2.15)
Nossos erros e pecados vão sendo revelados a nós
mesmos, dissipando tudo o que os embaça e tornando as coisas claras e nítidas e
visíveis. Mas todas estas coisas se
manifestam, sendo condenadas pela luz, porque a luz tudo manifesta. Por isso
diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te
esclarecerá. Efésios 5:13-14
Ao convidarmos Jesus para entrar na nossa vida tem
início o processo de aperfeiçoamento diário: Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a
aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus. (Fp.1.6).
Da mesma forma que o sol dissipa os nevoeiros dando
visão clara e nítida de tudo à nossa volta; Ficamos mais sensíveis à voz do
Espírito Santo, somos constrangidos quando fazemos alguma coisa errada, podendo
assim discernir os ataques das trevas. Porque
o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por
todos, logo todos morreram. 2
Coríntios 5:14
Apaguei
as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados como a nuvem; torna-te
para mim, porque eu te remi. (Is.44.22)
Somente o blecaute pode obstruir o sol, pois impede a
passagem da luz, todavia para Jesus não há blecaute que impeça o seu agir,
desde que ele seja convidado a fazer morada em nosso coração.
Somos chamados para ser luz no mundo e sal na terra,
projetados para resplandecer a glória do Pai e isso só será possível se a luz
tiver passagem e irradiar à nossa volta através de Cristo em nós.
Falou-lhes,
pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará
em trevas, mas terá a luz da vida. João 8:12
A maneira de convidá-lo é exercitar o que está em
Romanos 10.9: Porque, se com a tua boca
confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou
dentre os mortos, será salvo.
DEUS E O HOMEM
O homem foi criado justo e bom, pois tudo o
que Deus fez, Ele mesmo disse: “E viu
Deus tudo o que tinha feito, e que era muito bom” (Gn.1.31). E Deus se
relacionou com o homem, sua criatura, de diversas formas e etapas. Vejamos:
1º Inocência:
Inicialmente Deus se relacionava, se
comunicava, amorosamente com o homem, diariamente. Em Gn. 3.8:“E ouviram a voz do Senhor Deus, que
passeava no jardim pela viração do dia...”O capítulo 2 de Gênesis fala
desta relação amorosa, no jardim do Éden. Mas o homem desobedeceu uma ordem de
Deus. “Ordenou o Senhor Deus ao homem
dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do
conhecimento do bem e do mau. Dela não comerás, pois no dia em que dela
comeres, certamente morrerás” (Gênesis
2.16,17).
Deus avisou o homem. Deus não queria que isso
acontecesse, mas Ele não criou robôs sem liberdade. ELE DEU LIBERDADE DE
ESCOLHA, liberdade essa que temos até hoje.
2º Consciência:
A partir de Gênesis 3, a Bíblia mostra a
“queda do homem”. Ora, a serpente era
mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. E
esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do
jardim? E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos, Mas
do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele,
nem nele tocareis para que não morrais. Então a serpente disse à mulher:
Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se
abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal. E viu a
mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore
desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a
seu marido, e ele comeu com ela. Então foram abertos os olhos de ambos, e
conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si
aventais. (Gn. 3.1-70).
Nossos primeiros pais passaram a conhecer o
bem e o mal, e sentiram vergonha da própria nudez, demonstrando a perda da
inocência, com a qual Deus os criara. “Pelo
que, como por um homem (Adão) entrou o pecado no mundo e pelo pecado a morte.
Assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm.
5.12). Nós aprendemos que o pecado dos nossos primeiros pais, trouxe uma consequência
universal. Deus expulsou nossos primeiros pais do jardim, isto é, da presença
dele: Gn. 3.11-24.
3º A Lei:
Paulo ensina, em Romanos 5.13, que entre Adão
e Moisés já existia o pecado no mundo. “Pois
antes da Lei, estava o pecado no mundo. Mas não havendo lei, o pecado não é
imputado.” Após a chamada de Israel, uma nova relação com Deus vai
acontecer. Isto é – A LEI vai ser a forma de aliança de Deus com os homens.
Toda a Lei pode ser resumida nos 10 mandamentos. E obedecendo a Lei o homem
tinha comunhão com Deus. A desobediência seria quebra de comunhão.
4º A Graça:
O povo de Israel falhou. E a prova maior está
na morte do próprio Filho de Deus – Jesus Cristo. Ele veio e cumpriu a Lei em
sua própria vida, em nosso lugar. Em João 1.11: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam” e você
aprenderá que Jesus veio como Judeu, entre os Judeus, para salvar os Judeus.
Mas João 1.12 completa dizendo: “Mas a
todos os que o receberam, àqueles que creem no seu nome, deu-lhes o poder de
serem feitos filhos de Deus”.
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