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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

JEOVÁ-JIRE, O Senhor que provê


O nome Jeová tem sua origem no verbo “ser” e inclui os três tempos deste verbo, passado, presente e futuro, significa “Serei o que Serei” o “eu Sou” significa “Deus Absoluto”, “Deus Eterno Imutável”; “Deus que subsiste por Si mesmo”, independente de tudo. Ele que era, que é e que há de ser. Também significa: Eu me manifestei, me manifesto e ainda me manifestarei.

O uso de diversos nomes complementares a JEOVÁ são encontrados nos originais Bíblicos, pois o nome do Senhor era mencionado biblicamente de acordo com o que representava no momento do acontecimento.

Por conta da nossa falta de percepção e distração, quero centralizar a matéria de hoje no imenso amor do Deus da provisão JEOVÁ-JIRE – O Senhor que provê:

Nisso levantou Abraão os olhos e olhou, e eis atrás de si um carneiro embaraçado pelos chifres no mato; e foi Abraão, tomou o carneiro e o ofereceu em holocausto em lugar de seu filho. Pelo que chamou Abraão àquele lugar Jeová Jiré; donde se diz até o dia de hoje: No monte do Senhor se proverá.(Gn.22.13,14).

Dentre os muitos relatos bíblicos do Deus da provisão, destaco o da roupa de Adão e Eva:  E o Senhor Deus fez túnicas de peles para Adão e sua mulher, e os vestiu. (Gn. 3.21); provisão do cordeiro para o sacrifício de Abraão, (Gn. 22.13).

Podemos ver o cuidado e carinho divino com seu povo, suprindo inclusive a falta do protetor solar, cobertores e agasalhos, quando, para livrar do calor e frio, Deus protege contra os raios solares das baixas temperaturas da noite: Não desaparecia de diante do povo a coluna de nuvem de dia, nem a coluna de fogo de noite. (Ex. 13.22)

E o dirão aos habitantes desta terra. Eles ouviram que tu, ó Senhor, estás no meio deste povo; pois tu, ó Senhor, és visto face a face, e a tua nuvem permanece sobre eles, e tu vais adiante deles numa coluna de nuvem de dia, e numa coluna de fogo de noite. (Nm 14.14) 

Todavia tu, pela multidão das tuas misericórdias, não os abandonaste no deserto. A coluna de nuvem não se apartou deles de dia, para os guiar pelo caminho, nem a coluna de fogo de noite, para lhes alumiar o caminho por onde haviam de ir.(Neemias 9.19)

Deus proveu alimentação, água e toda sorte de necessidades dos israelitas por 40 anos, sem o que eles não sobreviveriam.

Mas a provisão mais importante, a maior prova de amor somente Ele poderia fazer, aquela que nos dá a opção à vida eterna, Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3.16)
Daí eu te pergunto, quem cuida desde as pequenas coisas até o sacrifício de seu próprio filho, não supriria as nossas necessidades?

Se a própria Palavra de Deus nos diz que Ele não faz acepção de pessoas: Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas. (Rm.22.11)

Isso só vem demonstrar que não precisamos ficar ansiosos por coisa alguma, pois se Ele provê até a falta de protetor solar até a vida na eternidade, não proveria a sua e a minha necessidade, Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. (Fp.4.6)

E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê:MC. 9.23

Você crê?

ZAQUEU – O QUE PROCURAVA

“E (Zaqueu) procurava ver quem era Jesus” (Lc.19.3)

Jesus Cristo veio a Jericó onde Zaqueu, rico cobrador de impostos, vivia. Mas a riqueza dele não lhe trouxe respeito. Naquela época, os que trabalhavam em posições oficiais contratados pelos romanos e tiravam vantagem de seus concidadãos estavam entre as pessoas mais desprezadas pelo povo. Portanto, Zaqueu não conseguia ser feliz de verdade, apesar de ser rico. O que o incomodava de verdade não era a rejeição, mas o fardo que carregava: sua culpa diante de Deus.

Agora o Senhor Jesus estava na cidade. Zaqueu ouviu falar dEle; todos comentavam sobre Seus milagres. Mas nem isso o interessava em particular; ele simplesmente tinha de saber quem era o Senhor Jesus. O Senhor pregava o perdão dos pecados e não evitava os coletores de impostos e pecadores.

Será que era realmente o Redentor, o Filho de Deus, prometido no Antigo Testamento? Será que era a esperança para gente como Zaqueu? Será que sua vida arruinada podia ser colocada em ordem?

Essas eram questões nas quais ele precisava de certeza. Mas não foi tão fácil: havia uma grande multidão cercando o Senhor, e, além disso, Zaqueu era muito baixo. Então correu e subiu em uma árvore. Isso lhe daria uma visão melhor do Senhor Jesus e o possibilitaria ouvir Suas palavras. A folhagem da árvore o escondia e, assim, não chamaria a atenção de ninguém.

Esse era Zaqueu, um homem que procurava paz e perdão. Será que tinha algum plano para encontrá-los? O Senhor Jesus poderia ajudá-lo? O Senhor daria atenção aos odiados pelo povo?

“E quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa” (Lc. 19.5)

Quando alguém começa sinceramente a procurar o Senhor Jesus e o perdão dos pecados, fica claro que ele mesmo a muito tem sido o procurado pelo Senhor Jesus. Zaqueu estava à procura do Senhor Jesus. E o Salvador o procurou, e o achou em seu esconderijo. Nunca tinham se encontrado antes, no entanto, o Salvador o conhecia pelo nome.

O Senhor Jesus sabia onde Zaqueu estava, e que tipo de homem era. Mas agora Zaqueu descobriria quem Jesus era: o Senhor, que sabia seu nome e, desconsiderando a opinião pública, desejava estar na casa desse publicano.

O Senhor Jesus falou para Zaqueu descer depressa. O Senhor Jesus certamente era o Redentor tão esperado por Israel, o Messias capaz de mudar definitivamente sua vida! Zaqueu O recebeu de braços abertos em sua casa e em sua vida.
A multidão de hipócritas começou a murmurar disso, mas o Senhor veio expressamente para salvar o perdido, como declarou ao próprio Zaqueu: “Hoje veio a salvação a esta casa… Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido” (vv. 9-10).

Se Zaqueu não se considerasse um perdido, se não respondesse à ordem urgente de descer depressa, teria jogado fora uma chance eterna, pois o Senhor nunca mais voltou a Jericó.

Zaqueu recebeu o Salvador com alegria. Seu relacionamento com Deus, até então inexistente, foi estabelecido de maneira surpreendente, a paz entrou em seu coração e sua história se tornou fonte de esperança para milhões de pessoas através dos séculos. Ele procurou e acabou encontrando algo que nem em seus mais ousados sonhos imaginou encontrar: o Salvador de Israel!

Ansiedade é realmente pecado?


“Stress” não é uma palavra bíblica. “Preocupação” e “ansiedade” são. E são pecados.

 Nós realmente podemos dizer que algo como ansiedade é pecado? O que faz disso um pecado? Será que não é só uma fraqueza que devemos superar? Ou, talvez, não deveríamos enxergar como uma doença mental?

Há algumas abordagens diferentes que podemos seguir para responder esses questionamentos. Vamos começar buscando os mandamentos de Jesus.

É um mandamento
O mandamento “não andeis ansiosos” é repetido várias vezes por Jesus em Mateus 6 (versos 25, 27, 31, 34) e é visto outra vez em Mateus 10.19.

Por mais que esses comandos lidem com situações específicas, a realidade subjacente do contexto é que se Jesus ordena que as pessoas “não andem ansiosas”, nós sabemos que (1) ansiedade não é só um desequilíbrio químico ou uma desordem mental, e (2) há pelo menos algumas formas em que a ansiedade é pecado, simplesmente porque Jesus a proibiu.

A teologia de Jesus sobre ansiedade e confiança
Quando Jesus comanda que as pessoas não andem ansiosas em Mateus 6 e 10, ele está ordenando-as a não ficarem ansiosas por coisas específicas: comida, roupas, expectativa de vida, o que acontecerá no futuro e defesa própria quando sofrer pelo evangelho. Eu penso que é seguro dizer que essas são algumas das nossas necessidades mais básicas. Ao argumentar desde as mais coisas básicas e elementares, ele está afirmando que não devemos nos preocupar no sentido mais amplo.

Em outras palavras, se você não deve se preocupar com as coisas mais elementares necessárias para viver, então pelo que você deveria se preocupar? Por nada.

Jesus ensina em uma metáfora nessa passagem, dizendo que somos escravos de um senhor: ou as “coisas” mundanas ou Deus. Ele diz que devemos seguir Deus, pois sendo um justo mestre, nos proverá tudo que necessitamos, ao servi-lo. Por outro lado, se servimos a nós mesmos e trabalhamos para assegurar nossa própria provisão, não podemos nos garantir nada: “Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?”

Na raiz do problema está a questão da confiança. Se você diz que é um servo de Deus e anda ansioso, você está agindo como se ele fosse um senhor muito perverso. Que tipo de senhor lidera seus servos mas não provê o que eles necessitam? Se mesmo os senhores humanos provêm para seus servos, pensar o contrário de Deus é não ter nenhuma confiança nele!

Confiar em si mesmo é o que produz ansiedade. E é em vão: “Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal” (Mateus 6.34). Confiar em Deus, por outro lado, te liberta da ansiedade e te capacita a obedecer o mandamento de não andar ansioso.

Os apóstolos concordam
É por causa de tudo isso que o apóstolo Paulo escreve em Filipenses 4 aos crentes de Filipos: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças” (Filipenses 4.6). Há um lugar certo para se colocar sua confiança. E isso é o que está em jogo quando lutamos contra a ansiedade.

Pedro argumenta de forma similar:
“Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte, lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” (1 Pedro 5.6-7)

Pedro, após lembrar seus leitores de que Deus se opõe aos soberbos, mas concede graça aos humildes (1 Pedro 5.5), agora diz o que é ser humilde. Humildade é lançar todas a ansiedade de meus ombros sobre Deus.

Não lançar sobre ele minhas preocupações é orgulho. Me apegar a minhas ansiedades é almejar a supremacia que só pertence a Deus.

Quando estou ansioso, estou tentando tomar o trabalho que é de Deus. Eu penso que, ou ele não se importa o suficiente comigo, ou ele não tem o controle da situação. Quando estou ansioso, quando me recuso a lançar minhas preocupações sobre ele, estou dizendo que sei lidar melhor com a situação do que Deus saberia.

Isso é o oposto da humildade. É o oposto da confiança. Por isso é pecado. E isso traz consequências (em um sentido similar a Romanos 1, desprezando o conhecimento de Deus, e por isso podem haver manifestações físicas e comportamentais que o mundo descreve em termos estritamente naturais, atribuir a causas estritamente naturais e então oferece abordagens estritamente naturais para a cura).

Há algum tipo certo de ansiedade?
Então toda ansiedade é sempre pecado? Eu penso que não, em um certo sentido. Paulo fala da preocupação que ele tem pelas igrejas (2 Coríntios 11.28) e em outras passagens ele fala das ansiedades que uma pessoa casada sempre sente em relação a agradar seu cônjuge (1 Coríntios 7.33-34). E ele faz um contraste disso com a ansiedade que se deveria sentir idealmente em agradar ao Senhor (1 Coríntios 7.32).

Então uma certa forma de ansiedade não é pecado. Mas a ansiedade que é livre de pecado não o é por alguma desculpa mental ou física, mas sim porque a natureza dessa ansiedade é diferente. É mais uma espécie de zelo ou anseio do que preocupação. É a expressão do quão preocupado alguém está com sua necessidade de andar segundo os princípios de Deus em sua vida.

Quão distante isso está da ansiedade que eu sinto normalmente!

A única ansiedade desculpável, me parece, é a que está ativamente ‘buscando primeiramente o reino de Deus e a sua justiça’ com uma disposição de confiança no coração, crendo que ‘todas essas coisas serão acrescentadas’ da forma que Deus quiser, quando ele quiser (Mateus 6.33). Quem dera eu tivesse mais dessa ansiedade.

Cumprindo o chamado de Deus


“Naquele dia, diz o SENHOR dos Exércitos, tomar-te-ei, ó Zorobabel, servo meu, filho de Sealtiel, diz o SENHOR, e far-te-ei como um anel de selar; porque te escolhi, diz o SENHOR dos Exércitos.” Ageu 2 :23

Nesta passagem descrita no livro de Ageu, Deus fala com Zorobabel, então governador de Judá, que faria dele um anel de selar, um anel selo é um anel que contém a insignia, ou o  simbolo do rei, usado para selar cartas ou leis, mostrando qual era a vontade do Rei, portanto, Deus fala para Zorobabel, que iria usá – lo para fazer cumprir a vontade de Deus.

Em nossa caminhada como cristãos, enfrentamos muitas dificuldades, e muitas duvidas aparecem, como por exemplo: Qual é a vontade de Deus pra minha vida?, Será que estou fazendo a vontade de Deus?,  Como faço pra ganhar a minha familia pra Jesus? Será que sou/estou apto pra fazer a vontade de Deus?

A resposta para essas questões é, Deus quer que você faça a obra dEle, e Ele nos capacita para isso!

Vocês já perceberam que para falar de Jesus, nós colocamos muitos empecilhos; ‘não sei falar bem’, ‘não conheço suficiente a bíblia’, ‘sou novo na fé’, enfim, inventamos N desculpas, mas quando nos perguntam sobre um médico, indicamos um rapidamente, quando nos perguntam sobre um mercado para fazer compras, nós indicamos, mas para falarmos de Jesus, é uma dificuldade tremenda!

Vou mostrar a partir de passagens bíblicas, que Deus só quer que nós estejamos dispostos para que Ele nos use.

Exôdo 4: 10,11,12 “Então disse Moisés ao SENHOR: Ah, meu Senhor! eu não sou homem eloquente, nem de ontem nem de anteontem, nem ainda desde que tens falado ao teu servo; porque sou pesado de boca e pesado de língua. E disse-lhe o SENHOR: Quem fez a boca do homem? ou quem fez o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o SENHOR? Vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca e te ensinarei o que hás de falar.”
Deus chama  e comissiona Moisés a libertar o povo da escravidão no Egito, mas a primeira coisa que Moisés faz, é colocar um empecilho, olhando para sua condição e limitação, mas Deus responde a Moisés, que Deus deu a boca ao homem, portanto se Deus havia enviado Moisés Ele iria capacitá-lo para cumprir o objetivo de Deus, em 1 Samuel 3:4 diz: “O Senhor chamou  Samuel, e disse ele: Eis-me aqui.” Quando Deus chama Samuel, ele ainda é uma criança, que não entendia muito das coisas do Senhor, mas ainda assim ele obedece ao chamado, e Deus o capacita para ser Juiz e profeta, em Juizes 6:15,16 ” E ele lhe disse: Ai, Senhor meu, com que livrarei a Israel? Eis que a minha família é a mais pobre em Manassés, e eu o menor na casa de meu pai. E o SENHOR lhe disse: Porquanto eu hei de ser contigo, tu ferirás aos midianitas como se fossem um só homem.”

Gideão, o Juiz que derrotou os Midianitas, quando chamado por Deus, olhou primeiro para sua condição financeira, mas Deus diz a Gideão que mesmo sendo de uma família sem condição financeira, ele feriria os Midianitas como um só Homem, e foi o que Gideão fez.

 1 Samuel 17:33 “Porém Saul disse a Davi: Contra este filisteu não poderás ir para pelejar com ele; pois tu ainda és moço, e ele homem de guerra desde a sua mocidade.” Antes de Davi enfrentar o Gigante Golias, Davi foi levada a presença do então rei Saul, quando Saul viu Davi,  ele tentou convencê-lo, de não fazer enfrentar o filisteu, mas Davi não olhando para sua idade, nem para o tamanho do filisteu, mas sim para o tamanho do Deus de Israel, que lhe deu a vitória contra o filisteu, e depois o fez rei em lugar de Saul.

Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes;1 Coríntios 1:27

Tiago 1:22 – 25 “e sede cumpridores da palavra, não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho seu rosto natural; porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era. Aquele, que porém,  que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito.”

Tiago 2:17  “Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma”

Portanto, Deus nos chama, nos comissiona, nos capacita a sermos cumpridores da Palavra de Deus, fazendo sua obra, não olhando para nossas limitações, nossas falhas, mas sim olhando para aquele que nos arregimentou, para que sejamos cumpridores da obra e da vontade de Deus, só assim daremos verdadeiro testemunho de Cristo, e ganharemos nossos familiares para Jesus, afinal: “Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas.” Romanos 10: 14,15.

Deus abençoe a todos!

Jesus tira o blecaute da nossa vida


Porque tu, SENHOR, és a minha lâmpada; e o SENHOR ilumina as minhas trevas. (2Sm.22.29)

Jesus esta para nossa vida da mesma forma que o sol está para o nevoeiro.

Quando o sol aparece, ele dissipa todo o nevoeiro transformando o dia embaçado e cinza, por vezes até frio, em um dia claro, nítido e lindo.

Quando Jesus entra vai tirando as raposas e raposinhas que nos impedem de ter uma vida digna de um cristão, pois ele dissipa toda névoa e, trás à luz tudo o que nos impedem de ser abençoados por Deus.

Apanhai-nos as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estão em flor. (Canticos 2.15)

Nossos erros e pecados vão sendo revelados a nós mesmos, dissipando tudo o que os embaça e tornando as coisas claras e nítidas e visíveis. Mas todas estas coisas se manifestam, sendo condenadas pela luz, porque a luz tudo manifesta. Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá. Efésios 5:13-14

Ao convidarmos Jesus para entrar na nossa vida tem início o processo de aperfeiçoamento diário: Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus. (Fp.1.6). 

Da mesma forma que o sol dissipa os nevoeiros dando visão clara e nítida de tudo à nossa volta; Ficamos mais sensíveis à voz do Espírito Santo, somos constrangidos quando fazemos alguma coisa errada, podendo assim discernir os ataques das trevas. Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram. 2 Coríntios 5:14

Apaguei as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi. (Is.44.22)

Somente o blecaute pode obstruir o sol, pois impede a passagem da luz, todavia para Jesus não há blecaute que impeça o seu agir, desde que ele seja convidado a fazer morada em nosso coração.

Somos chamados para ser luz no mundo e sal na terra, projetados para resplandecer a glória do Pai e isso só será possível se a luz tiver passagem e irradiar à nossa volta através de Cristo em nós.

Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. João 8:12

A maneira de convidá-lo é exercitar o que está em Romanos 10.9: Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo.

Aceite Jesus como seu Senhor e Salvador e dissipe toda névoa e/ou neblina que ofusca e embaça o desenrolar da sua vida.

DEUS E O HOMEM



O homem foi criado justo e bom, pois tudo o que Deus fez, Ele mesmo disse: “E viu Deus tudo o que tinha feito, e que era muito bom” (Gn.1.31). E Deus se relacionou com o homem, sua criatura, de diversas formas e etapas. Vejamos:

1º Inocência:
Inicialmente Deus se relacionava, se comunicava, amorosamente com o homem, diariamente. Em Gn. 3.8:“E ouviram a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim pela viração do dia...”O capítulo 2 de Gênesis fala desta relação amorosa, no jardim do Éden. Mas o homem desobedeceu uma ordem de Deus. “Ordenou o Senhor Deus ao homem dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mau. Dela não comerás, pois no dia em que dela comeres, certamente  morrerás” (Gênesis 2.16,17).

Deus avisou o homem. Deus não queria que isso acontecesse, mas Ele não criou robôs sem liberdade. ELE DEU LIBERDADE DE ESCOLHA, liberdade essa que temos até hoje.

2º Consciência:
A partir de Gênesis 3, a Bíblia mostra a “queda do homem”. Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim? E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos, Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais. Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal. E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela. Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.  (Gn. 3.1-70).
 
Nossos primeiros pais passaram a conhecer o bem e o mal, e sentiram vergonha da própria nudez, demonstrando a perda da inocência, com a qual Deus os criara. “Pelo que, como por um homem (Adão) entrou o pecado no mundo e pelo pecado a morte. Assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm. 5.12). Nós aprendemos que o pecado dos nossos primeiros pais, trouxe uma consequência universal. Deus expulsou nossos primeiros pais do jardim, isto é, da presença dele: Gn. 3.11-24.

3º A Lei:
Paulo ensina, em Romanos 5.13, que entre Adão e Moisés já existia o pecado no mundo. “Pois antes da Lei, estava o pecado no mundo. Mas não havendo lei, o pecado não é imputado.” Após a chamada de Israel, uma nova relação com Deus vai acontecer. Isto é – A LEI vai ser a forma de aliança de Deus com os homens. Toda a Lei pode ser resumida nos 10 mandamentos. E obedecendo a Lei o homem tinha comunhão com Deus. A desobediência seria quebra de comunhão.

4º A Graça:
O povo de Israel falhou. E a prova maior está na morte do próprio Filho de Deus – Jesus Cristo. Ele veio e cumpriu a Lei em sua própria vida, em nosso lugar. Em João 1.11: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam” e você aprenderá que Jesus veio como Judeu, entre os Judeus, para salvar os Judeus. Mas João 1.12 completa dizendo: “Mas a todos os que o receberam, àqueles que creem no seu nome, deu-lhes o poder de serem feitos  filhos de Deus”.

Portanto, agora, não é mais necessário Leis e Cerimônias para a comunhão com Deus, mas sim a Graça de Deus. Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa. Porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos. E não foi assim o dom como a ofensa, por um só que pecou. Porque o juízo veio de uma só ofensa, na verdade, para condenação, mas o dom gratuito veio de muitas ofensas para justificação. Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo. Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida. Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos. Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor.